quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Sindicato é intimado pela Justiça (de novo)



Série de irregularidades cometidas pelo Sindicato dos Professores de Novo Gama atingem gravemente educação municipal, suspeita é de manobra política.


Desde o início da greve dos professores em maio, comandada pelo Sinpro/NG (Sindicato dos Professores de Novo Gama), a Justiça já intimou a associação duas vezes pela falta de respaldos que sustentassem a paralisação, que está prejudicando a agenda escolar de centenas de crianças do município.
A greve foi motivada pelo fim da Jornada Ampliada, garantia que os professores trabalhassem por apenas um turno, manhã ou tarde, sendo necessário que o município contratasse professores adicionais para ocupar o tempo restante. Devido à Lei de Responsabilidade Fiscal, se tornou inviável para o município contratar mais profissionais e manter o programa. Além do mais, mesmo com a Jornada Ampliada instituída, a nota do IDEB (Índice de Desenvolvimento de Educação Básica) de Novo Gama era a mais baixa entre os municípios do Goiás com até 200.000 habitantes. Ou seja, programa não cumpriu com o que prometia.

O fim do programa não prejudicou os direitos dos professores e dos alunos, e os pagamentos permaneceram em dia. Apesar da inconsistência dos argumentos, o Sinpro/NG continuou a greve, estando assim propenso a ser multado de 20.000 a 150.000 reais segundo ordem judicial. Há evidências de que as intenções do Sindicato com a greve não passam de uma retaliação à atual gestão e promoção do presidente da associação a prefeito nas eleições do ano que vem, pelo PT (Partido dos Trabalhadores).

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